CJC-1295 aparece com frequência em conversas e raramente com contexto. Aqui vão primeiro os fundamentos, depois as considerações práticas.
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=== Macronutrientes na dieta vegetariana === De acordo com o Guia Alimentar de dietas vegetarianas para adultos, a substituição de alimentos de origem animal pelos de origem vegetal costuma alterar a proporção de macronutrientes da dieta, mas ela se mantém dentro das proporções sugeridas pelas DRIs (Dietary Reference Intakes) nos estudos populacionais que quantificaram essa ingestão. O profissional nutricionista, com o conhecimento do teor de macronutrientes dos alimentos, deve auxiliar o paciente a escolhê-los e a fazer modificações para ajustar as necessidades diante de condições clínicas específicas.
Fontes: pt.wikipedia.org
A proteína costuma ser utilizada na quantidade de 10% a 15% do volume calórico total (VCT) e, em alguns casos, chega a 20%. O valor máximo de 35% estabelecido pelas DRIs foi o que sobrou para completar os 100% após o cálculo de carboidratos e lipídios para diferentes grupos e idades. Carboidratos: A adoção da dieta vegetariana não leva à ingestão excessiva de carboidratos, porém ricas em carboidratos, mas também em fibras, dependendo da necessidade de carboidrato, optar pelo consumo de alimentos com menor teor de fibras (pessoas que precisam de um grande consumo de carboidratos), como arroz branco e macarrão. Apesar de alguns estudos demonstrarem que os vegetarianos ingerem mais carboidratos do que os onívoros, a quantidade ingerida por vegetarianos não ultrapassa a recomendação de até 65% do VCT. A forma de elaborar a dieta vegetariana permite aumentar ou reduzir a ingestão de carboidratos, o teor de carboidratos, assim como dos demais macronutrientes, pode ser alterado conforme a escolha alimentar e objetivos clínicos da prescrição nutricional. Gorduras: A adoção da dieta vegetariana tende a modificar a quantidade e o tipo de lipídio ingerido. Em estudos populacionais, os vegetarianos demonstram ingestão de gordura entre 23% a 34% do VCT. Segundo esses mesmos estudos, os onívoros ingerem gorduras entre 30,7% a 36% do VCT.
Fontes: pt.wikipedia.org
Dietas vegetarianas são baixas em gordura total e gordura saturada, e alta em ômega-6 quando comparadas à dietas onívoras, combinar fontes de alimentos integrais de ALA (sementes de linhaça, nozes e sementes de chia) e suplementar DHA com óleo de microalgas pode otimizar a ingestão de ácidos graxos 3 de um vegetariano, Prestar atenção à quantidade e qualidade da gordura consumida (porque muitos confundem mas dieta vegetariana, seja ela estrita ou não, não é sinônimo de dieta saudável). Alimentos vegetais ricos em gordura: abacate, sementes, oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc) amendoim, azeites e óleos vegetais. Proteínas: Em diversos estudos, a ingestão de proteínas fica entre 12% a 13,8% do VCT em ovolactovegetarianos e vegetarianos estritos. Nos mesmos estudos, a população onívora ingeria 14,8% a 16,3% do VCT. Dessa forma, apesar de ingerir menos proteína do que a onívora, a população vegetariana ingere mais do que o necessário e não corre risco de desnutrição proteica. Como a elaboração do cardápio saudável inclui proteínas na quantidade de 10 a 15% dos VCT, nos estudos populacionais a dieta vegetariana tende a ser mais apropriada do que a onívora para manter as proporções sugeridas pelas DRI. A otimização da ingestão de proteínas para pessoas vegetarianas requer que se preste atenção à quantidade e qualidade da proteína consumida.
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Proteínas vegetais podem ter menor digestibilidade (50-80%) devido a parede celular dos vegetais e fatores antinutricionais: inibidores de enzimas digestivas (inibidores de tripsina), taninos, fitatos, glicosinolatos, isotiocianatos. Inibidores de enzimas podem ser inativados por tratamento térmico e fatores antinutricionais, como o fitato, reduzidos com a técnica do remolho das leguminosa (técnica do remolho: deixar de molho a leguminosa e ir trocando a água). Ao contrário das fontes animais, as proteínas vegetais possuem baixo escore de AA essenciais de cadeia ramificada (BCAA), exemplos comuns de AA limitantes em proteínas vegetais: lisina, metionina, isoleucina, treonina e triptofano, proteínas vegetais de maior qualidade: soja, amaranto, quinoa. Necessidade de variar a alimentação, p. ex: misturar arroz (pobre em lisina e rico em metionina) com feijão (pobre em metionina e rico em lisina), que inclusive um dos mitos a serem quebrados sobre as proteínas vegetais serem incompletas é justamente esse, de alguns alimentos apresentarem um baixo teor de um ou mais aminoácidos específicos, porém a sua combinação (como dito o arroz e feijão anteriormente) favorece todos os aminoácidos em ótimas quantidades.
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CJC-1295 é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre CJC-1295 apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=CJC-1295)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=CJC-1295)